Dono da Bola . Tuna Luso - Futebol Paraense- Sports blog
Futebol, Cultura,Tolices......
31 maio 2013
e Atlético MG 1 x 1 Tijuana MEX - Taça Libertadores - O Super Galo mineiro salvou o futebol brasileiro
Foi por pouco que o galo não caiu morto no horto.. Segue vivo e com a crista lá no alto.
Y
São Paulo 5x1 Vasco da Gama, Piores momentos da sacolada
Estamos apenas na segunda rodada, mas o futuro nao nos mostra uma boa época .
13 maio 2013
Paragominas vs Paysandu. Na " Vera"
O jacaré tem sido impiedoso com seus adversários em sua casa. Por conta dos aguaceiros que caem nesta época do ano, eles tem deixados seus adversários trêmulos no pantanal, em que se transforma a Arena Verde. Tudo combina.neh!
O Paysandu depois de apanhar duas vezes seguidas no dérbi contra o Remo,estava meio amolecido mas em jogo fora de casa pela Copa do Brasil, os bicolores arrancaram uma boa vitoria em cima do Naviraiense (MS) que também tem a alcunha de jacaré e estão com o moral no alto.. afinal das contas independendo do adversário e da cidade, nossos clubes não costumam trazer três pontos em suas sacolas.
Um jogo que mistura muito medo nos adeptos da capital. que tremem e temem que mais uma vez o copo do estadual acabe nas prateleiras do interior.
Jogo que vai dizer se o Paragominas tem todo esse gás..ou se vai se bater nas propiás pernas na hora H.
O Paysandu precisa provar de uma vez por todas, que realmente esta muitas casinhas acima dos demais.
Kelvin, perfumando o titulo
um perfumado Kelvin,saiu do banco e acabou com a festa benfiquista que se aproximava. faltando uma rodada para o final do campeonato, as chances do copo mudar de maos sao quaze zero...a coisa ficou definitivamente encarnada. se vcs me entendem.
12 maio 2013
Galo arrasador
Ronaldinho Gaúcho segue arrebentado pelas minas Geraes. Ao fim da goleada contra o quebrado Sao Paulo Ronaldinho ao fim do jogo saiu falando que na Vera a coisa pega. Então ta, nas Copa das Confederações vai valer . Que ele então jogue uma bola redondinha.
29 abril 2013
Paragominas 2x1 Tuna/ com a virada veio a queda e pôs um goleiro sob suspeita mais uma vez..
Eles tinham o empate. a Tuna somente uma vitoria salvaria a queda.
Eles tinha uma relva encharcada, a Tuna um time leve.
Eles tem bauxita. No Souza nem batatas nascem.
Ha poucos minutos do final, tinhamos no bolso o resultado.
Elem tem Maicki Douglas. A Tuna Dida, um goleiro debaixo de eternas suspeitas.
No estadio.nas cabines de radio e nas redes sociais, todos afirmam que suas vozinhas jamais faria uma entrega dessas..
A vida vai seguir para nos tunantes. Mas somente na segundinha.
Um clube com dois titulos nacionais e uma historia rica, ser rebaixado msiais uma vez dessa forma…
Eles tinha uma relva encharcada, a Tuna um time leve.
Eles tem bauxita. No Souza nem batatas nascem.
Ha poucos minutos do final, tinhamos no bolso o resultado.
Elem tem Maicki Douglas. A Tuna Dida, um goleiro debaixo de eternas suspeitas.
No estadio.nas cabines de radio e nas redes sociais, todos afirmam que suas vozinhas jamais faria uma entrega dessas..
A vida vai seguir para nos tunantes. Mas somente na segundinha.
Um clube com dois titulos nacionais e uma historia rica, ser rebaixado msiais uma vez dessa forma…
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Paragominas x Tuna Luso,
Parazao 2013
28 abril 2013
Em 1992,Tuna Luso Brasileira conquistava o segundo título nacional
Campeonato Brasileiro 1992 - O Jogo
"O que a Tuna não conseguiu durante 90 minutos, fez em apenas quatro: marcou dois gols e conquistou o título de campeã brasileira da Série B, na vitória dramática sobre o Fluminense de Feira de Santana (BA) por 3 a 1, ontem no Baenão (...) O jogo ficou dramático no final, principalmente após o empate da equipe baiana aos 42 minutos. Muitos torcedores deixaram o estádio não acreditando na reação da Lusa. No entanto, Manelão e Juninho garantiram o título, aos 45 e 49 minutos, respectivamente com gols típicos de quem não deixa de acreditar na vitória.
A partida não foi digna de uma decisão de campeonato. O Fluminense (BA) preferiu jogar para garantir a sua vantagem (de perder até por um gol de diferença) e se retrancou, procurando explorar contra-ataques. A Tuna, por sua vez, precisava ganhar pela difrença de dois gols para ficar com o título. A equipe tunante entrou em campo determinada a reverter a vantagem do Fluminense ainda no primeiro tempo. Não fosse um erro do juiz amazonense Odílio Mendonça, o objetivo teria sido alcançado. Aos 12 minutos, ele anulou um gol de Tarciso, para expulsar os jagadores Dema e Zelito por troca de agressões no meio-campo.
A Tuna procurava pressionar o adversário, mas esbarrava na forte retranca armada pelo Fluminense, que mesmo assim, chegou a ameaçar a defesa tunante. Aos 15 minutos, após cobrança de escanteio, Ageu cabeceou a bola na trave do goleiro Eugênio. A bola sobrou para Juninho que deu uma puxeta em direção ao gol encontrando novamente Ageu, desta vez livre de marcação para completar a jogada: Tuna 1 a 0 (...).
Segundo Tempo.
Ao contrário do que acontecera no primeiro tempo, quando ainda tentou atacar, o Fluminense se fechou ainda mais na defesa. Aos poucos, o sufoco que a Tuna dava foi diminuindo. Isto aconteceu porque alguns jogadores sentiram o cansaço da correria em busca do gol. Varela foi substituído por Manelão, para reforçar o ataque, o que sobrecarregou Ondino no meio-campo. Mario Vigia também ficou esgotado fisicamente em função das contínuas jogadas de apoio. Para piorar a situação do time, o lateral Guilherme o melhor jogador em campo, se contudiu e teve que ser substituído por Charles que ficou na lateral-direita, enquanto Mario Vigia foi para a esquerda.
O treinador Veraldo Santos [do Fluminense] percebendo que a Tuna começava a ficar frágil e partir para o desespero, ordenou a seus jogadores que explorassem contra-ataques pela direita para aproveitar o cansaço de Mario Vigia. O time conseguiu criar algumas jogadas perigosas e esteve perto de marcar o gol de empate. Mas ao mesmo tempo que criava oportunidades, O Fluminense corria o risco de sofrer segundo gol, pois embora cansado, Mario Vigia era a melhor opção de ataque, já que a fragilidade do time baiano era a sua lateral-direita.
Com alguns jogadores se aproximando do esgotamento físico, a Tuna diminiu ainda mais a pressão que exercia sobre o Fluminense. Tudo levava a crer que a Tuna não conseguiria fazer o segundo gol e que o título ficaria com equipe baiana, que contava apenas com nove jogadores, já que Ieiê tambem foi expulso de campo. Aos 42 minutos, o centro-avante Ronaldo foi lançado e Juninho não conseguiu pará-lo. O lance foi fatal para a Tuna. Ronaldo chutou na saída de Altemir e empatou o jogo. O banco de reservas do Fluminense vibrou e passou a comemorar o título. Do lado da Tuna a tristeza tomou conta dos jogadores.
A torcida já deixava o estádio, quando Manelão fez o segundo da Tuna, aos 45 minutos, completando um cruzamento de Mario Vigia. A esperança voltou a tomar conta dos jogadores cruzmaltinos, que partiram para o ataque em busca do terceiro gol, esquecendo totalmente o cansaço. Em decorrência de inúmeras paralisações provocadas pelo time baiano, o juiz Odílio Mendonça prorrogou o jogo por mais alguns minutos.
Aos 49 minutos, a Tuna conseguiu um escanteio a seu favor. Junior cobrou e Juninho completou: Tuna 3 a 1. A festa foi geral. A Tuna sagrava-se campeã brasileira pela segunda vez. A torcida invadiu o gramado para comemorar o título. Mas o juiz ainda não havia encerrado a partida. Imediatamente os torcedores foram retirados de campo e tiveram que agüentar mais cinco minutos para vibrar em definitivo, a merecida conquista cruzmaltina".
Fonte: O Liberal de 15 de junho de 1992 Copiado do blog http://memoriatunante.blogspot.jp
A partida não foi digna de uma decisão de campeonato. O Fluminense (BA) preferiu jogar para garantir a sua vantagem (de perder até por um gol de diferença) e se retrancou, procurando explorar contra-ataques. A Tuna, por sua vez, precisava ganhar pela difrença de dois gols para ficar com o título. A equipe tunante entrou em campo determinada a reverter a vantagem do Fluminense ainda no primeiro tempo. Não fosse um erro do juiz amazonense Odílio Mendonça, o objetivo teria sido alcançado. Aos 12 minutos, ele anulou um gol de Tarciso, para expulsar os jagadores Dema e Zelito por troca de agressões no meio-campo.
A Tuna procurava pressionar o adversário, mas esbarrava na forte retranca armada pelo Fluminense, que mesmo assim, chegou a ameaçar a defesa tunante. Aos 15 minutos, após cobrança de escanteio, Ageu cabeceou a bola na trave do goleiro Eugênio. A bola sobrou para Juninho que deu uma puxeta em direção ao gol encontrando novamente Ageu, desta vez livre de marcação para completar a jogada: Tuna 1 a 0 (...).
Segundo Tempo.
Ao contrário do que acontecera no primeiro tempo, quando ainda tentou atacar, o Fluminense se fechou ainda mais na defesa. Aos poucos, o sufoco que a Tuna dava foi diminuindo. Isto aconteceu porque alguns jogadores sentiram o cansaço da correria em busca do gol. Varela foi substituído por Manelão, para reforçar o ataque, o que sobrecarregou Ondino no meio-campo. Mario Vigia também ficou esgotado fisicamente em função das contínuas jogadas de apoio. Para piorar a situação do time, o lateral Guilherme o melhor jogador em campo, se contudiu e teve que ser substituído por Charles que ficou na lateral-direita, enquanto Mario Vigia foi para a esquerda.
O treinador Veraldo Santos [do Fluminense] percebendo que a Tuna começava a ficar frágil e partir para o desespero, ordenou a seus jogadores que explorassem contra-ataques pela direita para aproveitar o cansaço de Mario Vigia. O time conseguiu criar algumas jogadas perigosas e esteve perto de marcar o gol de empate. Mas ao mesmo tempo que criava oportunidades, O Fluminense corria o risco de sofrer segundo gol, pois embora cansado, Mario Vigia era a melhor opção de ataque, já que a fragilidade do time baiano era a sua lateral-direita.
Com alguns jogadores se aproximando do esgotamento físico, a Tuna diminiu ainda mais a pressão que exercia sobre o Fluminense. Tudo levava a crer que a Tuna não conseguiria fazer o segundo gol e que o título ficaria com equipe baiana, que contava apenas com nove jogadores, já que Ieiê tambem foi expulso de campo. Aos 42 minutos, o centro-avante Ronaldo foi lançado e Juninho não conseguiu pará-lo. O lance foi fatal para a Tuna. Ronaldo chutou na saída de Altemir e empatou o jogo. O banco de reservas do Fluminense vibrou e passou a comemorar o título. Do lado da Tuna a tristeza tomou conta dos jogadores.
A torcida já deixava o estádio, quando Manelão fez o segundo da Tuna, aos 45 minutos, completando um cruzamento de Mario Vigia. A esperança voltou a tomar conta dos jogadores cruzmaltinos, que partiram para o ataque em busca do terceiro gol, esquecendo totalmente o cansaço. Em decorrência de inúmeras paralisações provocadas pelo time baiano, o juiz Odílio Mendonça prorrogou o jogo por mais alguns minutos.
Aos 49 minutos, a Tuna conseguiu um escanteio a seu favor. Junior cobrou e Juninho completou: Tuna 3 a 1. A festa foi geral. A Tuna sagrava-se campeã brasileira pela segunda vez. A torcida invadiu o gramado para comemorar o título. Mas o juiz ainda não havia encerrado a partida. Imediatamente os torcedores foram retirados de campo e tiveram que agüentar mais cinco minutos para vibrar em definitivo, a merecida conquista cruzmaltina".
Fonte: O Liberal de 15 de junho de 1992 Copiado do blog http://memoriatunante.blogspot.jp
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Campea Brasileira de 1992,
tuna luso
27 abril 2013
Tuna sem Sinesio contra Paragominas
Paragominas e Tuna vão se definindo para domingo
A equipe da Tuna realizou um trabalho técnico ontem pela manhã no estádio do Souza. Tirando as últimas dúvidas antes do duelo decisivo com o Paragominas Futebol Clube neste domingo, o treinador cruzmaltino Cacaio recebeu a notícia de uma baixa no grupo. Treinando com a equipe principal da Tuna Luso quarta e quinta-feira, o experiente lateral direito Sinésio era uma das grandes esperanças da comissão técnica para o jogo da vida da Águia contra o Paragominas neste domingo. No entanto, no trabalho dessa sexta-feira, o lateral voltou a sentir dores no músculo operado e acabou sendo cortado do grupo que vai viajar a Paragominas.
“Vínhamos observando o desempenho do atleta. É claro, ele estava há mais de um mês afastado, ritmo de jogo e as condições físicas não eram as ideais, mas ainda avaliávamos o quanto ele poderia nos ajudar. Do momento em que ele sentiu o músculo de novo, não tem opção. Foi uma lesão de grau 2, o atleta precisa se recuperar totalmente primeiro”, disse Cacaio.
Sem poder contar o lateral, as situações de estratégia foram reduzidas e o técnico já abre o jogo sobre a possível escalação titular. Cacaio anuncia uma Tuna jogando no 4-4-2 com Dida, Ângelo, Preto Barcarena, Max Melo e Léo, Daniel, Maranhão, Fabrício e Pedrinho Mossoró, Lucas e Daniel Papa Léguas. “Não tem mistério, devemos ir a campo com o time que vinha jogando e apresentou melhor entrosamento”, definiu o comandante cruzmaltino.
RELACIONADOS
Com seu último treino programado para a manhã de sábado, no Souza, a Tuna Luso parte rumo à Paragominas para a partida decisiva logo após o almoço. Nesta sexta-feira o clube divulgou a relação de 18 atletas relacionados para a partida na Arena Verde, neste domingo. A Tuna precisa vencer o PFC para ir à final do segundo turno.
Paragominas vai esquecer a vantagem
O Paragominas segue indefinido para o confronto contra a Tuna Luso. A falta de produtividade no primeiro jogo e a quantidade de jogadores pendurados são os principais entraves para o anúncio da escalação. Mesmo que esteja a um simples empate da final, o treinador prefere não arriscar a oportunidade e acredita que um bom ataque seja a melhor solução.
A escalação oficial não foi divulgada, mas o provável time que entra em campo deve ser composto por Maycki Douglas, Rondinelli, San, Rubran e Devan; Paulo de Tárcio, Ilaílson, Marquinhos e Eduardo; Jayme e Aleílson. Essa era a formação mais usada por Charles Guerreiro no decorrer da semana.
Se a previsão for confirmada, o PFC entra com seis jogadores pendurados, incluindo a dupla de ataque. As possíveis mudanças podem ser feitas no setor de criação do time, com Magno entrando na lateral-direita e Rondinelli sendo deslocado para a esquerda. Outra possibilidade é que Loirinho entre no lugar de Eduardo pelo meio.
Ainda na hipótese de a equipe se manter, o time reduz seus pendurados para apenas três em campo. Uma decisão que pode visar a preservação de jogadores para um eventual primeiro jogo de final do segundo turno. Charles Guerrero foi bem claro no seu objetivo. “O que temos que fazer é gol. Não podemos nem devemos depender de empate”.
A equipe da Tuna realizou um trabalho técnico ontem pela manhã no estádio do Souza. Tirando as últimas dúvidas antes do duelo decisivo com o Paragominas Futebol Clube neste domingo, o treinador cruzmaltino Cacaio recebeu a notícia de uma baixa no grupo. Treinando com a equipe principal da Tuna Luso quarta e quinta-feira, o experiente lateral direito Sinésio era uma das grandes esperanças da comissão técnica para o jogo da vida da Águia contra o Paragominas neste domingo. No entanto, no trabalho dessa sexta-feira, o lateral voltou a sentir dores no músculo operado e acabou sendo cortado do grupo que vai viajar a Paragominas.
“Vínhamos observando o desempenho do atleta. É claro, ele estava há mais de um mês afastado, ritmo de jogo e as condições físicas não eram as ideais, mas ainda avaliávamos o quanto ele poderia nos ajudar. Do momento em que ele sentiu o músculo de novo, não tem opção. Foi uma lesão de grau 2, o atleta precisa se recuperar totalmente primeiro”, disse Cacaio.
Sem poder contar o lateral, as situações de estratégia foram reduzidas e o técnico já abre o jogo sobre a possível escalação titular. Cacaio anuncia uma Tuna jogando no 4-4-2 com Dida, Ângelo, Preto Barcarena, Max Melo e Léo, Daniel, Maranhão, Fabrício e Pedrinho Mossoró, Lucas e Daniel Papa Léguas. “Não tem mistério, devemos ir a campo com o time que vinha jogando e apresentou melhor entrosamento”, definiu o comandante cruzmaltino.
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Com seu último treino programado para a manhã de sábado, no Souza, a Tuna Luso parte rumo à Paragominas para a partida decisiva logo após o almoço. Nesta sexta-feira o clube divulgou a relação de 18 atletas relacionados para a partida na Arena Verde, neste domingo. A Tuna precisa vencer o PFC para ir à final do segundo turno.
Paragominas vai esquecer a vantagem
O Paragominas segue indefinido para o confronto contra a Tuna Luso. A falta de produtividade no primeiro jogo e a quantidade de jogadores pendurados são os principais entraves para o anúncio da escalação. Mesmo que esteja a um simples empate da final, o treinador prefere não arriscar a oportunidade e acredita que um bom ataque seja a melhor solução.
A escalação oficial não foi divulgada, mas o provável time que entra em campo deve ser composto por Maycki Douglas, Rondinelli, San, Rubran e Devan; Paulo de Tárcio, Ilaílson, Marquinhos e Eduardo; Jayme e Aleílson. Essa era a formação mais usada por Charles Guerreiro no decorrer da semana.
Se a previsão for confirmada, o PFC entra com seis jogadores pendurados, incluindo a dupla de ataque. As possíveis mudanças podem ser feitas no setor de criação do time, com Magno entrando na lateral-direita e Rondinelli sendo deslocado para a esquerda. Outra possibilidade é que Loirinho entre no lugar de Eduardo pelo meio.
Ainda na hipótese de a equipe se manter, o time reduz seus pendurados para apenas três em campo. Uma decisão que pode visar a preservação de jogadores para um eventual primeiro jogo de final do segundo turno. Charles Guerrero foi bem claro no seu objetivo. “O que temos que fazer é gol. Não podemos nem devemos depender de empate”.
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